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Denúncias de menores em perigo aumentaram em 2017

Denúncias de menores em perigo aumentaram em 2017

As Comissões de Proteção de Crianças e Jovens receberam 39.293 denúncias de situações de crianças e jovens em risco no ano passado, mais 99 do que no ano anterior.

A negligência foi a situação de perigo mais vezes reportada, apesar de o número total estar a diminuir desde 2013. Seguem-se comportamentos de perigo na infância e juventude, casos em que a educação da criança ou jovem esteja ameaçada e, por fim, a exposição a violência doméstica.

As situações de perigo encontradas levaram as comissões de proteção a aplicar medidas de acompanhamento das famílias ou, até a retirar as crianças e jovens do local onde viviam. Das 14.166 medidas de promoção e proteção aplicadas, um décimo implicou a colocação do menor numa resposta de acolhimento residencial. Na larga maioria dos casos, os técnicos das comissões procuram manter as crianças e jovens junto da família.

Os principais indicadores relativos à atividade das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) estão a ser divulgados hoje, na Figueira da Foz, na presença dos ministros do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, José Vieira da Silva, e da Justiça, Francisca Van Dunen, bem como da procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal.

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