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DGS aperta vigilância a contactos de infetados com covid-19

DGS aperta vigilância a contactos de infetados com covid-19

Treze casos em Portugal associados a nova variante. Especialistas afirmam que ómicron pode ser mais transmissível e reduzir eficácia das vacinas.

A chegada da ómicron a Portugal, com 13 casos de infeção, ocorreu através do surto na equipa do B-SAD, entre jogadores e elementos do staff. Um dos infetados terá realizado uma viagem à África do Sul. A nova variante motivou medidas redobradas por parte da Direção-Geral da Saúde (DGS), nomeadamente o isolamento profilático dos contactos de risco (independentemente do grau de exposição e do estado vacinal) e a realização de três testes à covid-19 - um no imediato e dois no 5.º e 10.º dias. Os especialistas ouvidos pelo JN dizem ser cedo para antever a gravidade trazida pela ómicron, mas não negam uma possível maior transmissibilidade e até a redução da eficácia das vacinas.

"O que esta variante tem de novo é que tem mais mutações do que todas as outras variantes. É aquela que se afasta mais da variante original", diz o virologista Paulo Paixão. Até ao fecho desta edição, havia 18 países em todo o Mundo com casos associados à ómicron.

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