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DGS atualiza regras da vacinação de crianças esta terça-feira

DGS atualiza regras da vacinação de crianças esta terça-feira

A Direção-Geral da Saúde vai revelar as regras para a vacinação de crianças com idades entre os 12 e os 15 anos.

A informação vai ser prestada pela diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, às 12 horas desta terça-feira.

Estará presente o Professor Luís Graça, membro da Comissão Técnica de Vacinação COVID-19, acrescenta a nota enviada às redações pela DGS, esta terça-feira de manhã.

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A vacinação de adolescentes com idades entre os 16 e os 18 anos está em vigor, estando prevista para este fim de semana. Na faixa etária entre os 12 e os 15 anos há ainda muitas dúvidas, estando recomendada, para já, apenas a crianças com comorbilidades.

Segundo a norma da DGS que define as doenças prioritárias para vacinação entre os 12-15 anos, devem ser vacinadas prioritariamente contra a covid-19 as crianças que tenham cancro ativo, diabetes, obesidade, insuficiência renal crónica.

A norma estabelece também como doenças prioritárias para vacinação a transplantação, a imunossupressão, as doenças neurológicas, que englobam a paralisia cerebral e distrofias musculares, as perturbações do desenvolvimento, como a Trissomia 21 e perturbações do desenvolvimento intelectual grave e profundo.

A doença pulmonar crónica, doença respiratória crónica, como asma grave, e fibrose quística também estão entre as prioritárias.

Para a DGS, deve ser dada a possibilidade de vacinação a todas as crianças desta faixa etária por indicação médica e segundo a disponibilidade de vacinas, remetendo uma decisão sobre o acesso universal para quando houver dados disponíveis adicionais sobre a vacinação nestas idades.

A DGS refere que, "tal como se procedeu para as comorbilidades prioritárias para a Fase 1 e Fase 2 (pessoas com 16 ou mais anos de idade), os adolescentes com estas comorbilidades são elegíveis para vacinação após a sua identificação, através da Prescrição Eletrónica Médica, pelos médicos assistentes".

"É ainda dada a possibilidade de, tal como na vacinação de pessoas com 16 ou mais anos, em situações excecionais e clinicamente fundamentadas, o médico referenciar uma pessoa para vacinação prioritária", refere a norma.

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