Covid-19

DGS quer lugares sentados nos concertos do Avante, mas PCP quer público de pé

DGS quer lugares sentados nos concertos do Avante, mas PCP quer público de pé

O processo de negociação para a realização da Festa do Avante entre a Direção-Geral da Saúde (DGS) e o Partido Comunista Português (PCP) pode ter chegado a um impasse. Tudo por causa dos concertos.

Os concertos na Quinta da Atalaia durante a Festa do Avante, entre 4 e 6 de setembro, poderá estar a dificultar a negociação entre a DGS e o PCP. A "SIC" avança que os comunistas querem que o público permaneça de pé, ainda que com distanciamento social, durante os espetáculos musicais, como é habitual, mas a autoridade de saúde pública prefere que as pessoas se mantenham sentadas. O PCP diz que é possível manter o distanciamento social sem lugares sentados.

O canal de televisão garante que esta é uma das poucas normas que falta para terminar o parecer sobre a Festa do Avante, - que deverá estar concluído na próxima semana -, uma vez que o partido já respondeu a todas as dúvidas da DGS e enviou todos os documentos à entidade de saúde pública.

O Partido Comunista anunciou na semana passada que reduziu a lotação do evento para 33 mil pessoas, mas este número também terá de ser aceite pela Direção-Geral da Saúde. Além desta medida, outras de caráter excecional, vão ser adotadas na Quinta da Atalaia como o uso obrigatório de máscara, a disponibilização de materiais de higienização, o distanciamento físico nas atividades, a criação de corredores de circulação e a alteração de horários de entrada e saída do recinto.

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