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Direção da Raríssimas volta a ter quórum para funcionar

Direção da Raríssimas volta a ter quórum para funcionar

Maria do Céu Ganhão, advogada e membro do Conselho de Deontologia de Lisboa da Ordem dos Advogados, é a nova vice presidente da Raríssimas, liderada por Maria Júlia Cardoso. Os sócios da instituição dedicada a doenças raras elegeram na sexta-feira, em Assembleia Geral, os novos membros da direção. Ficou apenas em aberto o cargo de tesoureiro, sem qualquer candidatura apresentada.

Para além de Maria do Céu Ganhão, Maria Júlia Caldeira, cuidadora informal e ex- administrativa, assume o cargo de secretária da direção e Maria de Fátima Sousa, assistente operacional no Hospital de Setúbal foi eleita para o cargo de vogal.

Investigação em curso

Os quatro anteriores membros da direção demitiram-se a 20 de abril, um ano após a eleição. Em causa a quebra de financiamento e a alegada insatisfação de trabalhadores com o trabalho da direção. A posse será ainda agendada e têm mandato até final de 2023.
Será agora agendada nova Assembleia Geral Extraordinária para apresentação de candidaturas e votação para o cargo de tesoureiro. Ainda assim, a direção funciona em pleno, com quatro dos cinco membros e não está em causa a sua viabilidade de acordo com os estatutos da Raríssimas.

Maria Júlia Cardoso é a quarta presidente da Raríssimas. Foi eleita em abril de 2021 para terminar o mandato de Maria João Trincão, que renunciou poucos meses depois de tomar posse, em dezembro de 2019. Pelo cargo passou também Tatiana Louro, médica e diretora clínica na Casa dos Marcos para substituir Maria João Trincão, mas também se demitiu no final de 2020.

Paula Brito e Costa, a primeira presidente, saiu no final de 2017 da instituição, estando a ser investigada pelos crimes de peculato, recebimento indevido de vantagens e falsificação de documentos.

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