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Diretores vão identificar docentes para reforçar rastreios contra a covid-19

Diretores vão identificar docentes para reforçar rastreios contra a covid-19

Os diretores dos agrupamentos vão identificar os professores sem componente letiva atribuída que reforçarão a capacidade de rastreio e realização de inquéritos epidemiológicos.

De acordo com o despacho, publicado este sábado em Diário da República, os primeiros a ser chamados serão os professores com formação na área da saúde para apoiarem nos inquéritos e rastreios de contactos de doentes com covid-19. Os restantes apoiarão no seguimento de pessoas em vigilância ativa.

A convocatória já tinha sido anunciada pelo primeiro-ministro há três semanas quando foram reveladas as medidas que iam vigorar no estado de emergência. António Costa, recorde-se, tinha então indicado que seriam 128 os professores sem componente letiva que pudesse ser chamados.

"Prevê-se que cabe a cada agrupamento de escolas ou escola não agrupada identificar os docentes com ausência da componente letiva, sendo posteriormente contactados aqueles docentes que se considerem melhor habilitados ao reforço de capacidade de rastreamento das autoridades e serviços de saúde pública", lê -se no despacho.

As autoridades regionais de Saúde contactam depois os professores que consideram "melhor habilitados" e serão responsáveis ​​pela sua formação. Aos docentes serão ainda dados formulários, orientações e guias de inquéritos, bem como os equipamentos médicos às novas funções. Os professores serão, aliás, sempre coordenados "por um profissional da área da saúde pública".

O diploma garante ainda que os docentes mobilizados manterão todos os "direitos inerentes ao lugar de origem e não podem ser prejudicados no desenvolvimento da sua carreira".

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