Conferências de Matosinhos

País ainda não tem respostas organizadas

País ainda não tem respostas organizadas

O stalking entrou no dicionário em 2005: "atenção indesejada, continuada e persistente". Dez anos depois, foi tipificado como crime, mas muitas vítimas ainda "não identificam as ações de stalking, principalmente numa primeira fase", afirma Marlene Matos, investigadora da Universidade do Minho que estudou o fenómeno.

Pelo contrário, "às vezes até pode ser interpretado como lisonjeiro", acrescenta. A docente explica que uma em cada quatro mulheres e um em cada quatro homens já foram expostos ao stalking e que, em metade dos casos, o assediador é um ex-companheiro. Marlene Matos explicou que as novas tecnologias vieram facilitar a perpetuação deste crime que já existia no mundo físico, mas lamenta que "o país ainda não se organizou para dar uma resposta".

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