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Voluntários praticamcidadania exemplarReligião

Voluntários praticamcidadania exemplarReligião

Os bispos portugueses congratulam-se, em nota pastoral, com o "Ano europeu das actividades voluntárias que promovam uma cidadania activa", que decorre em 2011, e entendem-no como "um dos sinais mais promissores de esperança na construção de uma humanidade fraterna e feliz".

Para a Conferência Episcopal Portuguesa, o voluntariado "ilumina-se com os princípios da Doutrina Social da Igreja, como são a dignidade da pessoa humana, o bem comum, a subsidiariedade e a solidariedade, e segue os valores da verdade, liberdade, justiça e paz, trabalhando para o desenvolvimento integral da pessoa humana".

Desafiam os católicos a "oferecer à comunidade um tempo de gratuidade ao serviço dos outros". Assim, manifestarão "nova consciência social", numa "cultura de solidariedade e abertura ao outro".

Louvam as iniciativas de voluntariado, antigas e novas, expressas nas seguintes acções: movimentos e obras sociais (trabalho específico em hospitais, prisões e instituições de solidariedade social); com pessoas sós (que necessitam de visita e companhia, de ajuda em diversos serviços); educação (ajuda nos trabalhos de casa, acompanhamento de visitas de estudo, colaboração na orientação vocacional, apoio à construção ou reparação de estruturas ou equipamentos escolares); evangelização (nas paróquias e movimentos, nomeadamente catequese, animação litúrgica, pastoral familiar, participação nos órgãos de administração e co-responsabilidade pastoral); acção missionária (destinado a acções fora do país, inserido em projectos de promoção humana e social); cultura (cultivo da música, em filarmónicas ou grupos corais; conservação e promoção do património; arquivos, bibliotecas e museus); socorro de emergência (bombeiros, Cruz Vermelha e Cáritas); ecologia (defesa do ambiente); e direitos humanos (defesa da vida, promoção da justiça e da paz entre as pessoas e entre os povos).

Quem pratica o voluntariado pode beneficiar de um "enriquecimento humanizante". O voluntariado é, na verdade, uma "escola de realismo duro da vida" e promove "uma educação capaz de olhar de frente os problemas concretos, as dificuldades e os sofrimentos, e uma ocasião para o anúncio da mensagem cristã".

Os bispos manifestam o seu profundo "reconhecimento e apreço pela multidão de voluntários que dão firmeza à esperança neste tempo exigente de novo humanismo".

É um bom estímulo!

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