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Edifício Transparente escapa às demolições na costa

Edifício Transparente escapa às demolições na costa

Novo programa estima que a retirada de edifícios em 13 zonas entre Caminha e Espinho custe cerca de 10 milhões de euros.

Das 49 áreas críticas que o Programa da Orla Costeira identifica entre Caminha e Espinho, prevê-se a demolição de construções em pelo menos 13. O plano, em vigor desde 11 de agosto, calcula uma fatura para a retirada dos edifícios de 10,6 milhões de euros (cerca de menos dois milhões do que o valor inicialmente indicado). Ao contrário do que estava previsto no documento que esteve em discussão pública, não estará equacionada a demolição do Edifício Transparente, no Porto.

Avançar e monitorizar todas as ações até 2030, que incluem intervenções nas dunas, preservação de ecossistemas, de habitats e melhoria da qualidade das águas vai custar mais de 473 milhões de euros. A maior parte do investimento é financiado pelo POSEUR. Câmaras, Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) e outras instituições suportam ou apoiam certas ações.

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