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Passos salienta "normalidade" de arranque do ano escolar

Passos salienta "normalidade" de arranque do ano escolar

O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, salientou esta asegunda-feira o que considerou ser "a normalidade" com que arrancou o ano escolar, sem "dramas com a colocação dos professores" ou a constituição de turmas.

"Queria notar, em primeiro lugar, a normalidade com que felizmente o ano escolar arrancou, sendo que muitas escolas começaram dentro daquilo que era o calendário natural, outras optaram por abrir as portas três dias mais tarde - se descontarmos o fim de semana -, do que era habitual", afirmou Passos Coelho.

Falando em Beja, em declarações aos jornalistas após uma visita a uma empresa de produção de azeite, o também primeiro-ministro disse que "não houve dramas com a colocação dos professores, com a constituição das turmas e isso é positivo porque no ano passado, infelizmente, não foi assim".

Passos fez um balanço muito positivo da ação do Governo na área da educação, considerando que, "nestes anos", o sistema educativo "melhorou significativamente", ilustrando com dados como a diminuição do abandono escolar precoce de 28% para 17%, a introdução dos 12 anos de escolaridade obrigatória, a integração de 4 mil professores no quadro ou a aposta no "ensino vocacional", com 10 mil empresas a formarem alunos do secundário.

Apesar do balanço, o líder social-democrata não respondeu se reconduz Nuno Crato na pasta da Educação caso vença as eleições, como tem respondido em relação a outros ministros.

Nas propostas para os próximos anos, Passos Coelho destacou a generalização do pré-escolar aos quatro anos de idade e, no fim da legislatura, aos três anos, e o lançamento do programa "saber mais" de combate ao insucesso escolar.

Passos Coelho disse que este programa estará "destinado a alunos que ainda estão dentro do insucesso escolar e que desde muito cedo não têm uma verdadeira oportunidade de poder recuperar nestas áreas mais sensíveis da matemática e do português e acabam por estar mais condenados ao insucesso e, portanto, ao desemprego, e, portanto, a baixos salários no futuro".

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