sondagens

Passos lembra que "as sondagens não votam"

Passos lembra que "as sondagens não votam"

O presidente do PSD afirmou que a coligação Portugal à Frente tem "a alma cheia" do apoio sentido no país mas não tem "o rei na barriga" e sublinhou que "as sondagens não votam".

"A partir de hoje a daqui até às eleições as estações de televisão, os jornais, apresentarão as suas perspetivas de sondagens para as eleições. Já sabem que nós não comentamos as sondagens, olhamos para elas com muita atenção. As sondagens não votam, não são as sondagens que votam, quem vota são os portugueses e daqui até às eleições andamos com a alma cheia com o apoio que sentimos no país, mas não andamos com o rei na barriga", afirmou Pedro Passos Coelho.

Falando para apoiantes em Guimarães, o líder social-democrata e primeiro-ministro disse que "as eleições em Portugal se ganham no dia 4 de outubro" e que é para esse dia que PSD e CDS-PP estão a trabalhar, "para que esse dia possa trazer uma grande vitória e uma boa e grande maioria para Portugal".

"É muito importante que as pessoas possam escolher e escolher é ir votar, e se todos puderem fazer uma escolha consciente, eu confio muito na escolha que os portugueses vão fazer, que há de ser, estou certo, uma escolha por ter uma maioria estável no parlamento, que deixe o Governo governar e concentrar-se no que é mais importante, que é pôr o crescimento e a economia ao serviço de todos os portugueses", declarou.

Passos Coelho começou o dia em Vizela, numa curta ação de rua, onde ouviu palavras de apoio, muitos pedidos de beijinhos e de "selfies", mas também insultos lançados à distância por várias pessoas, e que foram abafados por palavras de ordem da própria comitiva da coligação e também pelo rufar dos bombos já na parte final do percurso, antes do líder entrar no carro.

Antes, Passos tomou café numa esplanada, com o cabeça de lista por Braga, Jorge Moreira da Silva, e o primeiro nome indicado pelo CDS-PP, Telmo Correia, e também o primeiro vice-presidente centrista, Nuno Melo, que é natural do Minho.

Um apoiante aproximou-se para dar ao presidente do PSD um cachecol do Vizela Futebol Clube, que Passos aceitou e desdobrou, mas com uma advertência: "Olhe que eu sou do Benfica". Mas o apoiante também era: "Eu também, eu também", repetia o homem.

PUB

Em Guimarães, Passos chegou ao largo do Toural percorreu a rua D. Maria II, passou pelo largo da Oliveira, sempre rodeado de apoiantes da coligação, até à Associação de Apoio à Criança, instituição onde teve um encontro fechado à comunicação social.

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG