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Emissão tardia de "vouchers" condiciona entrega de manuais escolares

Emissão tardia de "vouchers" condiciona entrega de manuais escolares

Disponibilização em agosto deixou "escasso período de tempo para impressão e distribuição", diz Porto Editora.

A emissão tardia, em meados de agosto, dos "vouchers" está a pressionar a produção das editoras, havendo alunos que, após resgate, aguardam ainda pelos manuais escolares. Exceção feita aos livros do 1.º Ciclo e dos 7.º e 10.º anos. Neste momento, foram emitidos seis milhões de vouchers através da plataforma MEGA.

Questionada pelo JN sobre dificuldades de acesso a manuais dos 8.º e 9.º anos, o Grupo Porto Editora frisa estar "a fazer tudo o que está ao alcance para que o abastecimento dos livros escolares se conclua da melhor forma". O grupo, que engloba a Porto Editora, Areal Editores e Raiz Editora, recorda que o "facto de o ano letivo passado ter sido prolongado em duas semanas atrasou a emissão dos vouchers - que aconteceu em meados de agosto, em vez de se dar ainda em julho, como nos anos anteriores". Situação que deixou, "assim, um escasso período de tempo para a impressão e distribuição dos livros".

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