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Escolas e autoridades temem imitação de "Squid Game" nos recreios

Escolas e autoridades temem imitação de "Squid Game" nos recreios

Diretores e confederação de pais preocupados com visualização da série por alunos. Especialistas dizem que conteúdos têm de ser bem explicados.

Diretores, Confederação de Pais (Confap), PSP e GNR partilham um mesmo receio: que nos recreios de escolas se comece a registar, como noutros países, casos de violência por os alunos imitarem os jogos da série "Squid Game". PSP e GNR ainda não registaram queixas mas garantem estar atentas. Para o presidente da Associação de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira, "é uma questão de tempo até chegar" a Portugal. Os especialistas alertam que os episódios de violência são um "ansiogénico", que pode causar causar "pânico" e dificuldades de socialização em crianças e adolescentes.

Mais de 111 milhões de pessoas em todo o mundo viram a série sul-coreana em cerca de um mês. É um fenómeno global e um recorde da Netflix. Está classificada para maiores de 16 anos mas é facilmente visualizada através de vídeos disponíveis em redes como o Instagram, Tik Tok ou Youtube. Na Bélgica, uma menina foi chicoteada na cara com uma corda por ter perdido num dos jogos; no Reino Unido, pistolas "nerf" são "disparadas" junto à cabeça dos que perdem.

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