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A única coisa que falta a Aveiro é mais noite

A única coisa que falta a Aveiro é mais noite

João Isidoro quis ficar a estudar perto de casa. Natural de Ílhavo, conhece Aveiro desde sempre e já era ali que fazia vida social, mesmo quando andava no Secundário. Agora, continua a fazê-lo. Ao campus universitário, elogia os serviços que disponibiliza. À cidade, a vida que proporciona, com exceção para os preços do aluguer de quartos, cujos valores "estão cada vez mais altos". E só gostaria que houvesse "mais noite".

Não era uma cidade nova para João Isidoro, de 20 anos, quando, há dois, quis ingressar na universidade. Afinal, vive na Gafanha de Aquém, no concelho vizinho de Ílhavo, e queria manter-se por perto. Entretanto, passou a poder servir praticamente de guia aos colegas que fez, na licenciatura de Administração Pública. É que apesar de não ser aveirense, conhece todos os segredos da cidade, onde se sente bem.

Está no segundo ano do curso e ainda não se arrependeu da escolha. Seja pela cidade, seja pela universidade. Mas a proximidade de casa que João tanto almejava muitas vezes transformou-se em "longe", mesmo que só pouco mais de sete quilómetros separem o campus da Gafanha de Aquém. "Faltam transportes públicos. Até ter carta de condução, que tirei há um mês, precisava muitas vezes de ter boleia para ir às aulas. Mas também vim muitas vezes de bicicleta", conta.

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