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Arranha-céus: a moda que a pandemia levou

Arranha-céus: a moda que a pandemia levou

Os mais emblemáticos edifícios de escritórios estão a cair em desuso um pouco por todo o Mundo. Em Portugal, pelo contrário, a tendência é para que continuem a florescer e para que as empresas multinacionais neles apostem para se instalarem no país e gerarem postos de trabalho.

Foram um símbolo de poder traduzido em imponência pela altura. Hoje, são espaços à procura de um novo futuro, de uma nova forma de utilização, de um novo rumo. Os arranha-céus já não possuem o glamour que os envolveu quando foram edificados e os tornaram símbolo dos principais centros de negócios internacionais. E a pandemia de covid-19 veio dar mais razões para que se reinventem.

Um dos exemplos mais paradigmáticos é o Empire State Building, em Nova Iorque (EUA). Apenas 20% da ocupação habitual foi retomada desde o início da crise sanitária, qualquer coisa como 15 mil trabalhadores, e muitas empresas lá instaladas estão a pedir aos trabalhadores que prolonguem o regime de teletrabalho - além daquelas que recorreram a despedimentos e assim reduziram o quadro de funcionários. As receitas das rendas caíram 83%, segundo um cálculo feito pela agência Reuters.

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