As formas originais de manter distanciamento nas cidades que reabrem

As formas originais de manter distanciamento nas cidades que reabrem


Numa altura em que várias cidades mundiais começam a tentar retomar a atividade económica, e para garantir o distanciamento social, há soluções imaginativas pelos quatro cantos do Mundo.

Nas últimas semanas, às já tradicionais marcas no chão a indicar onde as pessoas devem aguardar a sua vez em qualquer fila, às barreiras acrílicas no atendimento ao público ou à limitação de lugares em lojas, vieram juntar-se modelos mais inovadores como as "estufas da quarentena" à beira dos canais de Amesterdão, que permitem jantares a dois, minimizando o risco de contágio. Sem o mesmo requinte, mas com o mesmo propósito, na Talândia há restaurantes que fazem barreiras de cartão para separar os clientes.

Depois de na semana anterior, a própria Comissão Europeia veio dizer que este será um verão muito diferente do habitual, devido à pandemia da covid-19, reforçam-se os apelos para que sejam respeitadas as distâncias mínimas de segurança.

O caminho está ainda no princípio, mas para continuar o desconfinamento sem riscos exagerados, as cidades já começaram e vão continuar a reinventar-se, com uma certeza: até haver uma vacina, nada será como até há dois meses.

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