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Cidades estão mais circulares para reduzirem o desperdício

Cidades estão mais circulares para reduzirem o desperdício

As cidades portuguesas estão a apostar cada vez mais em projetos e estratégias de economia circular. Querem ser mais sustentáveis, procurando que os recursos sejam usados pelo mais longo período de tempo possível. Da redução do desperdício alimentar no Porto à recolha de resíduos em Guimarães, há estratégias para um futuro melhor.

Guimarães foi a primeira das urbes lusas a assinar a Declaração Europeia das Cidades Circulares (DECC), dando seguimento a um desígnio de desenvolvimento sustentável que já havia assumido há anos. Aqui há uma preocupação particular com os resíduos, que se materializa em projetos como o EcoPontas (recolheu 380 mil pontas de cigarro em 48 meses só no centro da cidade) e o PapaChicletes (40 mil pastilhas no mesmo período), que até foram replicados no resto do país. A Autarquia, sublinha a vereadora Sofia Ferreira, procura envolver nos projetos "cidadãos e entidades privadas", convicta de que "a mudança precisa de todos".

No Porto, uma das sete cidades europeias (a única portuguesa) que, no âmbito da DEEC, desenvolve projetos-piloto CityLoops, há grandes preocupações com o desperdício alimentar, estando a ser desenvolvidas ações que vão desde o mapeamento dos fluxos de alimentos à implementação de compras públicas circulares.

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