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Cultura como opção para dar vida temporária a edifícios abandonados

Cultura como opção para dar vida temporária a edifícios abandonados

Velhas fábricas, prédios históricos ou até antigas prisões podem acolher atividades enquanto esperam por nova utilização. Lá por fora esta estratégia está cada vez a ganhar mais visibilidade, por cá, Lisboa, Guimarães e Vizela já deram passos para o reúso intermédio destes espaços, mas falta legislação para mais.

O que fazer a uma casa, fábrica, edifício histórico ou outro qualquer imóvel sem atividade no meio de uma cidade enquanto não têm uma nova função? A solução para evitar o abandono pode ser o reúso intermédio, uma tendência que alastra na Europa e que por cá já vai dando alguns passos.

"A sociedade e as cidades mudam cada vez mais rápido", pelo que é "fundamental aproveitar os espaços abandonados", defende Pablo Costa, um arquiteto brasileiro a residir em Portugal que se prepara para defender, na Universidade de Lisboa, a tese de doutoramento sobre "O obsoleto e a cidade: o reúso intermédio no planeamento urbano".

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