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Depois de Lisboa, a "LUGGit" dá cartas no Porto

Depois de Lisboa, a "LUGGit" dá cartas no Porto

Dar aos turistas mais tempo para passear e descobrir as cidades. Esta foi a premissa que esteve na base da criação da "LUGGit", uma aplicação móvel de recolha e entrega de bagagens que, depois de se instalar na capital, foi implementada no Porto.

Ricardo Figueiredo, cofundador e diretor-executivo, foi quem teve a ideia para o negócio. "Tinha a visão do serviço, mas sabia que era preciso ter a ajuda de pessoas com conhecimentos na área". Por isso, decidiu chamar para a equipa mais três elementos: Diogo Correia, João Pedrosa e Hugo Fonseca. E, segundo o diretor, a aplicação funciona de forma intuitiva.

"A "LUGGit" está disponível para ios e android. Depois de a instalarem nos seus telemóveis, os clientes fazem login, tal como acontece, por exemplo, com o Facebook". A seguir, "só têm de escolher a hora e o local onde querem que a bagagem seja entregue no destino final", explica Ricardo Figueiredo, acrescentando que, em pouco tempo, as pessoas "recebem na aplicação a matrícula da viatura que vai transportar a bagagem, a fotografia e o contacto telefónico da pessoa que o vai fazer".

Implementada na capital desde julho, o diretor da aplicação garante que a "LUGGit" teve, desde o início, um "feedback muito positivo". De tal forma que "há pessoas que nos dizem que gostavam que a "LUGGit" existisse em todas as cidades", acrescenta.

Para os fundadores da aplicação, a qualidade do serviço consiste, sobretudo, no facto de tudo acontecer em tempo real. "Se uma pessoa estiver na Ribeira e quiser ir para o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, na Maia, só precisa de fazer login e dizer a que horas quer que as suas malas sejam entregues no Aeroporto", exemplifica Ricardo Figueiredo, adiantando que assim os utilizadores "podem aproveitar melhor o tempo em que estão na cidade".

A "LUGGit" torna-se, por isso, uma boa ajuda na hora da partida. E o mesmo acontece à chegada. Até porque, por vezes, "os turistas chegam de manhã e os estabelecimentos de Airbnb só abrem mais tarde", revela o diretor da empresa.

"No fundo, se juntarmos ao tempo que as pessoas poupam no dia em que chegam à cidade o tempo que poupam no dia em que têm de regressar ao aeroporto, estamos a falar de quase mais um dia útil. É tempo que se ganha para conhecer a cidade", afirma Ricardo Figueiredo, completando que, no futuro, o objetivo é levar a "LUGGit" além-fronteiras. "A terceira cidade será fora de Portugal"

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