Exclusivo

Duas visões de Matosinhos separadas por 45 anos

Duas visões de Matosinhos separadas por 45 anos

Joaquim Cacheira vive há 42 anos em Matosinhos e destaca o "25 de abril" que passou por ali e que permitiu uma grande evolução à cidade, onde na sua juventude o povo "morava em ilhas" e hoje habita "casas dignas". Uma realidade que a mexicana Dafne Ruiz já não conheceu. E, também por isso, só tem palavras de elogio para a terra que a acolheu. "Uma cidade agradável e segura" é como a descreve.

Não é matosinhense de gema, mas os 42 anos que leva de morador no concelho quase lhe garantem esse estatuto. Mudou-se da Afurada, terra de pescadores em Gaia, para onde o mar também faz escola e é vida de trabalho. "Fui pescador, contramestre e formador", resume Joaquim Cacheira.

Nas mais de quatro décadas que leva de Matosinhos como casa viu o município crescer e assistiu ao desaparecimento de cancros antigos. "O setor da habitação é o melhor exemplo. Dantes, havia imensas ilhas, as pessoas viviam em más condições. Felizmente, a situação mudou e hoje as casas são dignas", assinala o reformado, de 79 anos.

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG