Estudo diz que Aveiro registou maior subida de rendas em outubro

Estudo diz que Aveiro registou maior subida de rendas em outubro

O preço de arrendamento em outubro subiu em 11 capitais de distrito, com Aveiro (7,3%) a liderar a lista. Seguem-se Lisboa (6,5%), Setúbal (5,4%), Funchal (3,4%), Viseu (3,3%), Braga (2,9%), Coimbra (2,3%), Porto (2%), Santarém (1,8%), Faro (1,5%) e Viana do Castelo (1%). No plano inverso, os preços desceram em Castelo Branco (-9,3%) e Leiria (-0.7%).

Sem grande estranheza, Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro arrendar uma casa: 16,7 euros/m2. Porto (12,5 euros/m2) e Funchal (11,4 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Seguem-se Faro (9,5 euros/m2), Setúbal (9,4 euros/m2)e Aveiro.

Para bolsas mais curtas, as opções mais económicas apontam para o interior, numa tabela liderada por Castelo Branco (5,0 euros/m2), seguida por Viseu (5,6 euros/m2), Santarém (6,1 euros/m2)e Leiria (6,5 euros/m2).

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Noutro âmbito, e olhando à dimensão das habitações, um estudo da Imovirtual destaca que as casas de tipologia T5+ (cinco ou mais quartos) registaram o maior aumento de renda em outubro (+31%) em relação ao mesmo mês de 2021, fixando-se em 4323 euros, seguidas pelos T4, que aumentam 28% para 2567 euros.

Segundo este estudo, em outubro todas as tipologias revelam um aumento da renda média, face ao ano anterior, com encarecimento de +12% nos T2, que passam a ter uma renda média de 1017 euros, seguindo-se um aumento de 10% nos T1, que passam a custar mensalmente 803 euros. Os T3 e os T0, com revelam aumentos mais ligeiros (3%), com as rendas a fixarem-se, respetivamente, em 1365 e 660 euros.

Ricardo Feferbaum, diretor geral do Imovirtual, destaca o aumento da procura por casas mais pequenas. "A procura por T0 tem vindo a aumentar cada vez mais, uma consequência direta da realidade económica e que em muitos casos faz com que as pessoas procurem casas mais pequenas como alternativa", observa.

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