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Fica na Póvoa de Varzim o prédio mais habitado do país

Fica na Póvoa de Varzim o prédio mais habitado do país

São 28 andares de habitação, 90 metros de altura, 286 apartamentos, 200 garagens, mais de mil moradores no verão. Quem vive no Edifício Nova Póvoa, na Póvoa de Varzim, diz que é como habitar numa "minicidade, mas em altura". A dois passos do mar e com uma vista de cortar a respiração. O JN Urbano mostra-lhe como é viver neste "mundo" residencial.

O"orgulho" de viver no prédio de habitação mais alto da Península Ibérica era, nos anos 80, slogan de vendas. O edifício Nova Póvoa é, ainda hoje, a imagem de marca do "boom" da construção na Póvoa de Varzim, da cidade que crescia "em altura", cosmopolita, urbana, na moda. No verão, com o mar aos pés, vivem ali mais de mil pessoas, naquela que é, ainda hoje, a maior "aldeia em altura" do país, com o triplo dos moradores de freguesias vizinhas como Parada ou Outeiro Maior. No inverno, são pouco mais de 200. É o espelho de uma cidade turística que ainda vive muito a duas velocidades, dependente do sol e do mar.

Para Jorge Fernando Silva, o Nova Póvoa - ou prédio de 28 andares, como é por ali mais conhecido - não tem segredos. Vem buscar-nos à porta, ansioso por contar tudo. O "gigante" é "casa e família" há 41 anos. Começou ali, ainda na construção do edifício, como manobrador de gruas, numa altura em que trocou "as obras" por um emprego incerto, aos fins de semana, a servir francesinhas, no mítico Guarda-Sol.

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