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Pandemia tornou as cidades mais solidárias

Pandemia tornou as cidades mais solidárias

Há quem dê cabazes alimentares ou confecione refeições em casa para serem doadas e até quem disponibilize autocaravanas para os profissionais de saúde descansarem. Por todo o país, são milhares de voluntários prontos para responder em várias frentes.

As filas de ambulâncias à porta dos hospitais, os idosos que se fecharam sozinhos em casa, as famílias que perderam os empregos e já não têm dinheiro para pôr comida na mesa ou as crianças e jovens com ensino limitado por falta de computadores. A pandemia de covid-19 trouxe dificuldades a vários níveis e deu origem a diferentes dramas sociais, mas também desencadeou uma onda de solidariedade do Norte ao Sul do país, com milhares de voluntários que, tanto dão camas a profissionais de saúde para descansarem, como enchem sacos de compras para tirar a fome a quem precisa.

Habituados a assistir à entreajuda entre vizinhos e à proximidade das juntas de freguesias e autarquias em territórios de pequena e média dimensão, o fenómeno tem assumido especial relevância, porque tem percorrido grandes cidades, onde as pessoas costumam estar mais focadas no seu dia-a-dia, do que em alimentar relações interpessoais com a comunidade mais próxima.

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