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Pandemia varreu os guias turísticos das cidades

Pandemia varreu os guias turísticos das cidades

A pandemia de covid-19 reduziu o turismo a quase zero. A tempestade arrastou tudo à sua volta e os guias não foram exceção. Sem trabalho nem rendimentos, atravessam um período negro. Depois da concorrência antiga de "colegas" não certificados, confrontam-se agora com o pior dos cenários.

O ano de 2020 começou otimista. As reservas multiplicavam-se, os estrangeiros continuavam a assegurar boa parte dos programas de viagens. Tudo indicava que o turismo continuaria forte e seria fonte de emprego garantido como nos anos mais recentes. Mas tudo se desmoronou quando, em março, surgiram os sinais evidentes de que Portugal não escaparia à pandemia de covid-19 e os cancelamentos começaram a surgir em catadupa.

Entre os vários agentes turísticos instalou-se o pânico, os guias intérpretes não escaparam à regra e acabaram arrastados pela corrente. Como a maioria trabalha em regime independente sem estar ligado apenas a uma empresa mas às que lhe vão oferecendo trabalho, perderam tudo. Tudo menos a vontade de continuar a lutar por dias melhores.

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