Poluição luminosa mata as estrelas no céu de Singapura

Poluição luminosa mata as estrelas no céu de Singapura

A poluição luminosa em Singapura é de tal ordem que à noite é quase impossível vislumbrar as estrelas no céu. Basta chegar de avião a esta cidade-estado do sudoeste asiático para notar o intenso brilho das luzes que brilham em todas as ruas e avenidas, onde os edifícios de grandes empresas mantêm a iluminação acesa até altas horas da madrugada.


Mas Singapura é apenas um dos exemplos de grandes aglomerados urbanos onde o fenómeno do excesso de iluminação está em acelerado crescimento. Las Vegas, nos Estados Unidos, é considerada a cidade mais brilhante vista a partir do espaço. As tecnologias tornaram as cidades cada vez mais brilhantes, pois as luzes passaram do óleo de baleia para o gás, para o elétrico e mais recentemente para o LED. A poluição luminosa é mais intensa em áreas densamente povoadas e fortemente industrializadas na América do Norte, Europa Ocidental e Japão. A poluição luminosa tem impacto nos fluxos migratórios das aves, que se desorientam com a luz, nas tartarugas marinhas, que confundem as luzes das cidades com a linha do horizonte, e na saúde humana, sobretudo pelos distúrbios de sono que pode causar.

Outros Artigos Recomendados