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Símbolos estão a deixar-nos ainda mais distantes

Símbolos estão a deixar-nos ainda mais distantes

A separação física forçada pelas medidas de segurança sanitária motivadas pela covid-19 alterou o ritual das cidades. Ganhou o medo, perderam-se dinâmicas de sempre. As marcas são evidentes na via pública e não deixam dúvidas. Futuro pode trazer alterações de padrões de comportamento.
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São marcas a que não podemos fugir de tão evidentes. Estão por todo o lado e estabelecem a distância de segurança que devemos manter em relação ao próximo para evitar a propagação de uma pandemia que veio alterar hábitos, rotinas e comportamentos.

Nas cidades, das mais pequenas às metrópoles, as linhas de demarcação estão traduzidas em avisos explícitos que povoam espaços interiores, como estabelecimentos comerciais ou escolas, e áreas públicas, como jardins e parques. Como consequência, a distância tomou conta dos meios urbanos. Obrigatória, assim manda a covid-19, a doença que corrói os dias e estraga quotidianos.

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