Associação Académica

Estudantes pedem praxes e festejos de volta

Estudantes pedem praxes e festejos de volta

A Associação Académica de Lisboa (AAL) exige liberdade de realização de praxe e festejos académicos, face às proibições ainda em vigor pelo Governo devido à pandemia e insurge-se contra a decisão da reitoria da Universidade de Lisboa que veio reforçar essa restrição.

Em fase de desconfinamento, os dirigentes académicos da Universidade de Lisboa criticam o Governo por ainda não ter levantado as restrições impostas no âmbito das medidas de contenção da pandemia, relativamente às praxes e festejos académicos.

Os estudantes consideram que, num contexto de elevada taxa de vacinação da população e face à retoma das atividades letivas e culturais em regime presencial não faz sentido manter a proibição relativamente aos festejos académicos, como as praxes, receção aos caloiros ou bênção das fitas.

Apesar de alegarem que várias instituições apoiam os estudantes na sua luta pela "legalização" das praxes, o mesmo não aconteceu com a Universidade de Lisboa, contesta a AAL num comunicado divulgado este domingo. O Reitor da Universidade de Lisboa, António Cruz Serra, emitiu um despacho no dia 15 de setembro a manter as restrições às celebrações desenvolvidas no âmbito da tradição académica.

A AAL já questionou o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, sobre o facto da lei ainda continuar em vigor e pediu que o diploma seja revogado com "efeito imediato", sob pena de se "perder valores essenciais ao ensino".

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