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Estudo aponta falhas ao PRR no Trabalho e na Educação

Estudo aponta falhas ao PRR no Trabalho e na Educação

CEPS entende que não responde à falta de produtividade da Função Pública nem ao desemprego jovem. Instabilidade laboral dos professores é criticada.

O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) português apresenta um "ambicioso" conjunto de reformas, mas as medidas para o mercado laboral "não são suficientes" e a área das qualificações "suscita preocupações". A conclusão é da análise feita pelo Centro de Estudos Políticos Europeus (CEPS), de Bruxelas, aos PRR de oito países.

As falhas apontadas ao plano nacional são transversais a várias áreas, mas as mais visadas são as pastas do Trabalho e da Educação. Assim, o estudo conclui que "as reformas do mercado laboral, como a Agenda para o Trabalho Digno, não são suficientes para enfrentar todos os desafios, do elevado desemprego jovem à falta de eficiência da Administração Pública". Para além disto, "não são apontados objetivos qualitativos nem quantitativos", com a única exceção de fixar o salário mínimo nacional em 750 euros até ao final de 2023.

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