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Fábricas recuperadas são trunfo para distinguir cidades

Fábricas recuperadas são trunfo para distinguir cidades

Deixaram de produzir, mas estão a ser incorporadas na paisagem urbana com novas funções, preservando a cultura e revitalizando áreas degradadas.

As cidades estão a recuperar as antigas fábricas, aproveitando para criar projetos que as distinguem, ao mesmo tempo que preservam memórias e reabilitam áreas degradadas.

Da Casa da Arquitetura que aproveitou edifícios da antiga Real Vinícola (Matosinhos), à ocupação de antigas fábricas de têxteis pela Universidade da Beira Interior (Covilhã), passando pelo Museu da Eletricidade na antiga Central Tejo (Lisboa) e pelos serviços municipais e Centro de Congressos na antiga fábrica Jerónimo Pereira Campos (Aveiro), não faltam exemplos de norte a sul do país.

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