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Faltar às refeições pode levar a uma queixa na CPCJ

Faltar às refeições pode levar a uma queixa na CPCJ

Escolas avisam pais, por escrito, de um conjunto de medidas para acabar com desperdício alimentar.

Escolas em todo o país estão a confrontar os pais com um documento que os avisa da possibilidade de ser feita uma queixa à Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ), se os filhos repetidamente encomendarem refeições que depois não consomem. O desperdício alimentar já tinha motivado uma recomendação da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (Dgeste), que sugeriu aos estabelecimentos que solicitem o pagamento das refeições não consumidas.

É o caso, por exemplo, do Agrupamento de Escolas Carolina Michaëlis, no Porto. Fátima Soares, subdiretora da instituição, garante, porém, que "este é um procedimento preventivo", que "a principal preocupação é que os pais saibam que os filhos encomendam as refeições e que depois faltam, o que gera desperdício", e que "nunca foi feita queixa a uma comissão". A situação, acrescentou, verifica-se, "sobretudo, com os alunos do escalão A, que têm as refeições gratuitas, e entre os mais velhos".

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