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Famílias recompostas já respondem por 17% dos nascimentos

Famílias recompostas já respondem por 17% dos nascimentos

Pais com filhos anteriores em contraciclo. Especialistas alertam para necessidade de olhar para os agregados além do conceito convencional.

As famílias recompostas com filhos anteriores não comuns assumem um peso cada vez maior na natalidade em Portugal. De acordo com os últimos dados, em 2019 respondiam já por 17% do total de nados-vivos, em contraciclo com a contínua quebra da natalidade no nosso país. Obrigando, segundo as especialistas, a um olhar reforçado e dirigido à diversidade interna das famílias.

Os dados são analisados pelas investigadoras Vanessa Cunha, Susana Atalaia e Sofia Marinho no estudo "Intenções de fecundidade nos núcleos parentais jovens", hoje em debate numa conferência promovida pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). E dizem-nos que se em 1995 os pais com filhos anteriores não comuns respondiam por 7389 nascimentos, agora, em 2019, mais do que duplicaram, para os 14 824. Em causa, explique-se, casais coabitantes que trazem para a relação filhos anteriores de um ou de ambos.

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