Ciência

FCT atribui 1350 bolsas de doutoramento

FCT atribui 1350 bolsas de doutoramento

No próximo ano, 1350 estudantes de doutoramento receberão uma bolsa de estudo, atribuídas a 36 diferentes áreas de conhecimento. Medicina Clínica e Ciências da Saúde é a área com maior número de contemplados: 90.

A Fundação para a Ciência e a Tecnologia recebeu 3.397 candidaturas e validou 3333. Dessas, 40,5% forma aprovadas.

A maioria dos doutoramentos a financiar, com apoio da União Europeia, será integralmente realizada em universidades portuguesas, mas 18% serão realizadas em parte no estrangeiro e 5% serão levadas a cabo integralmente noutro país.

As áreas ligadas às ciências da vida, ciências da computação, engenharia de materiais e mecânica são as que receberam maior número de apoios. Como tem vindo a ser o caso, as ciências sociais e artes são as que recebem menos financiamentos.

Somando outras bolsas, como as dadas a programas específicos ou no âmbito de parcerias internacionais, a Fundação para a Ciência e a Tecnologia prevê chegar ao final desde ano com perto de 1900 bolsas de doutoramento atribuídas.

Mulheres mais financiadas

No ensino superior, há mais mulheres estudantes do que homens, pelo que não surpreende que sejam também elas as maiores beneficiárias de bolsas de doutoramento. A Fundação para a Ciência e a Tecnologia nota também que quase todos os recipientes são portugueses (89%).

Entre os estrangeiros, sobressaem os estudantes brasileiros (62 bolsas), italianos (26), iranianos (10) e espanhóis (8 bolsas). No total, foram financiados candidatos de 31 país, além de Portugal.

As bolsas para um doutoramento feito em Portugal são de 1003,26 euros; no estrangeiro, o valor sobe para 1750,59 euros.

Está previsto para o primeiro trimestre de 2020 o próximo concurso para a atribuição de bolsas de doutoramento.

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