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Frio soma-se à pandemia e entope urgências dos hospitais

Frio soma-se à pandemia e entope urgências dos hospitais

Na segunda-feira foram atendidas 34 mil pessoas, um máximo desde março. Unidades esforçam-se para arranjar mais camas e estão com falta de pessoal.

Há dez meses que não se via igual. A procura dos serviços de urgência disparou na segunda-feira. Houve mais de 34 mil episódios de urgência, um número recorde desde que a covid-19 chegou ao país e afastou as pessoas dos hospitais.

A elevada afluência às urgências é habitual nesta época do ano, por causa do frio e da gripe. Este ano, praticamente ainda não há gripe, segundo o último boletim do Instituto Ricardo Jorge, mas o aumento do número de novos casos de covid-19, a necessidade de manter os circuitos separados e o distanciamento entre camas está a pressionar os serviços e a deixá-los sem camas para internamento. E também lhes falta pessoal.

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