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Fronteiras abertas ainda não significam viagens de férias

Fronteiras abertas ainda não significam viagens de férias

António Costa foi claro na comunicação das medidas de desconfinamento que se iniciam na próxima semana: "Continua a vigorar o dever geral de confinamento enquanto durar o estado de emergência (31 de março) e, mesmo que este venha a não ser renovado, haverá o dever cívico de confinamento".

Para quem pensou que o anúncio de reabertura de fronteiras aéreas, marítimas e ferroviárias a partir de segunda-feira significava poder viajar, há novidades: as deslocações autorizadas continuam a ser apenas as essenciais e ainda há restrições nos voos. Pelo menos até às 23.59 horas de terça-feira, o despacho que regula o tráfego aéreo continua a interditar voos de e para o Brasil e o Reino Unido.

"O que o primeiro-ministro anunciou foi o fim da proibição das deslocações para fora do território continental por parte de cidadãos portugueses, pelo que está apenas em causa o levantamento do autoconfinamento dos portugueses previsto no Decreto N.º 3-D/2021", explicou ao JN fonte do Ministério da Administração Interna.

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