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Governo vai pagar máscaras para as escolas

Governo vai pagar máscaras para as escolas

O governo vai custear as máscaras para a comunidade escolar, anunciou o ministro da Educação.

Tiago Brandão Rodrigues está a ser ouvido, esta terça-feira à tarde, na Comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto.

"O Ministério da Educação vai providenciar máscaras e outros equipamentos de proteção individual para que [as escolas] estejam mais bem preparadas", assegurou o governante.

No passado dia 18 de maio, quando os alunos do 11.º e 12.º anos regressaram às aulas presenciais, o Ministério da Educação distribuiu mais de cinco milhões de máscaras pelas escolas.

O ministro recordou algumas das medidas já anunciadas para o próximo ano letivo, como a verba de 125 milhões de euros para a contratação de docentes e funcionários, assim como o projeto da Escola Digital - o governo aprovou 400 milhões de euros para lançamento de concursos para comprar computadores e garantir conectividade entre 2020 e 2021.

Durante a audição na comissão, Tiago Brandão Rodrigues desvalorizou a polémica em torno do distanciamento físico entre alunos e professores, lembrando que as escolas vão funcionar com circuitos de circulação e "bolhas" de alunos.

De acordo com as orientações da Direção-Geral da Saúde enviadas às escolas, deve ser garantido "sempre que possível" o afastamento de um metro.

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A tutela já anunciou que o novo ano letivo deverá arrancar entre 14 e 17 de setembro e que estão previstos três cenários: o presencial, que só deverá ser colocado de lado em situação excecional e que irá privilegiar os alunos do pré-escolar e do 1.º e 2.º ciclos; o misto, com aulas alternadas entre aulas presenciais, síncronas e trabalho autónomo orientado; e não presencial, à distância.

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