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Graça Freitas pede a hospitais que "liberalizem" visitas a doentes

Graça Freitas pede a hospitais que "liberalizem" visitas a doentes

Diretora-geral da Saúde lembra que unidades devem ter mecanismos de controlo de infeção.

A diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, lança um apelo aos hospitais para que facilitem as visitas aos doentes internados. Aquela responsável comentou, assim, a notícia avançada pelo JN de que, volvidos dois anos e meio de pandemia, muitas são ainda as unidades hospitalares que mantêm regras apertadas nas visitas, nomeadamente limitando-as a 30 minutos sob agendamento.

Graça Freitas recordou aos jornalistas que "a célebre norma [da DGS] só diz que têm que ser tomadas medidas para evitar a transmissão das doenças, que é o que se deve fazer sempre dentro de um hospital". Tudo o resto, vincou, é da "responsabilidade dos conselhos de administração, portanto, cada hospital tem liberdade". Aproveitando, assim, para deixar um "apelo a que, de facto, liberalizem um bocadinho mais as visitas aos doentes, porque as pessoas estão internadas, o que [os hospitais] têm que ter é mecanismos de controlo de infeção, não é uma restrição das visitas".

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De visita ao Centro de Vacinação da Ajuda, em Lisboa, acompanhada pelo coordenador coronel Carlos Penha-Gonçalves, Graça Freitas reiterou ainda a segurança e eficácia da vacina contra a covid, lembrando que em Portugal já foram administradas mais de 26 milhões de doses. "A vacina é eficaz contra doença grave, hospitalização e morte. Portanto, é vacinar", vincou.

Quanto ao regresso do uso de máscara com o expectável aumento de novas infeções com a chegada do outono/inverno, tudo dependerá da evolução epidemiológica do país, não descartando a diretora-geral da Saúde tal hipótese.

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