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Greve ameaça deixar serviços de saúde a meio gás

Greve ameaça deixar serviços de saúde a meio gás

A greve dos trabalhadores da saúde, convocada para esta sexta-feira, deverá provocar constrangimentos nos hospitais e centros de saúde, nomeadamente no atendimento administrativo e no apoio aos utentes. Até porque, garantem os sindicatos, há "uma grande vontade" por parte dos profissionais em aderir à paralisação. A valorização salarial e das carreiras, bem como a necessidade de contratar mais trabalhadores para o setor, estão entre as principais reivindicações.

A paralisação inicia-se à meia-noite desta sexta-feira. Dura 24 horas e abrange todos os trabalhadores do setor da saúde, com exceção de médicos e enfermeiros. No caso específico da Região Autónoma da Madeira, por ser feriado, a greve foi antecipada e decorreu esta quinta-feira. De acordo com José Abraão, secretário-geral da Frente Sindical da Administração Pública, na Madeira, a paralisação deixou vários serviços de saúde a funcionar a meio gás. No resto do país, também são esperados constrangimentos.

"Na Madeira, a greve teve um impacto significativo. principalmente junto dos trabalhadores que são mais penalizados: os assistentes operacionais e assistentes técnicos. Há trabalhadores com 35 anos de serviço que ganham o salário mínimo", lamentou o dirigente sindical, revelando que "as pessoas estão disponíveis para a greve".

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