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Há 14 anos que o PSD não votava tão dividido num líder

Há 14 anos que o PSD não votava tão dividido num líder

Rangel soma apoios da maioria das distritais e dos nomes mais sonantes da social-democracia. Rui Rio aposta no voto do "militante livre" ou do "militante do meio" para ganhar terceiro mandato.

Há 14 anos que o PSD não estava tão dividido entre aparelho e bases ou "militantes livres", como Rui Rio os tem apelidado para chamar até si um voto que, em 2007, curiosamente deu a vitória a Luís Filipe Menezes contra Marques Mendes. Nas décimas diretas do PSD, não será apenas escolhido um líder. Está em cima da mesa a indicação do candidato do partido a primeiro-ministro. E ambos - Rui Rio e Paulo Rangel - acreditam serem os mais indicados para ganhar as legislativas de 30 de janeiro a António Costa, com uma maioria que permita ao PSD governar com estabilidade.

Numas diretas em que Paulo Rangel tenta, pela segunda vez, conquistar a liderança do PSD, são vários os nomes sonantes da social-democracia que estão ao lado do eurodeputado, desde passistas como os ex-ministros Miguel Relvas, Maria Luís Albuquerque, Paula Teixeira da Cruz, a Miguel Poiares Maduro, que coordenou o seu programa eleitoral.

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