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Homenagem a João Moura marcada por protestos

Homenagem a João Moura marcada por protestos

Centenas de manifestantes reuniram-se esta quinta-feira, junto ao Campo Pequeno, em Lisboa, em protesto contra a corrida de homenagem internacional ao cavaleiro João Moura.

Na manifestação em frente ao Campo Pequeno ecoavam palavras de revolta contra a tauromaquia e, em especial, contra João Moura. Eram vários os cartazes de contestação com frases como: "criminosos homenageados e os animais esfomeados" e "tortura nem arte nem cultura".

Sempre que alguém atravessava o corredor que dividia os manifestantes, em direção ao recinto, a revolta era bem visível e audível. A palavra de ordem era "assassino".

Para Evelin Koester, presidente da associação Animais Águeda A4, "é uma vergonha homenagear uma pessoa que deixou morrer à fome vários animais". "Chega de sacrifício animal em prole do divertimento humano", afirmou a presidente.

Recorde-se que o cavaleiro João Moura foi constituído arguido, em 2020, por suspeita de maltratar cães.

O momento alto da manifestação deu-se quando chegaram as viaturas do grupo Intervenção e Resgate Animal (IRA), que tiveram direito a uma ovação.

A associação Ação Direta também marcou presença no local e foram "contestar a tortura animal, não só aos cães, mas também aos cavalos e aos touros" com o objetivo de "acabarem com as touradas".

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João Faria, que estava no protesto pela Ação Direta, apelou ao cavaleiro João Moura que "perceba de uma vez por todas que a tortura não é cultura nem tradição" e que "acabem com esta porcaria".

Inês Silva, uma manifestante que se encontrava no local, garantiu estar a protestar "contra um assassino que maltrata animais".

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