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Hospital de Braga próximo do nível máximo

Hospital de Braga próximo do nível máximo

São 9.45 horas de uma sexta-feira e poucos doentes se veem à entrada da Urgência do Hospital de Braga. Das 13 macas da sala dedicada aos doentes respiratórios, apenas três estão ocupadas. Ali, onde noutros tempos se aglomeravam centenas de pessoas, há uma aparente tranquilidade que esconde a pressão que a pandemia começa a trazer às enfermarias ou à Unidade de Cuidados Intensivos Polivalentes (UCIP). São já 85 doentes com covid-19 internados, 16 dos quais a lutar pela vida.

O problema das urgências, muitas vezes, é a drenagem de doentes, fazer com que saiam desta área. Estamos a tentar que nenhum utente fique mais de 12 horas na Urgência. Temos esse foco e é bom para acelerar a decisão de internar, ter alta ou fazer um tratamento rápido", justifica o diretor do serviço, Jorge Teixeira, junto a uma das salas dedicadas a casos suspeitos. Entre os cerca de 400 utentes diários, 100 a 120 são doentes respiratórios, a maioria com sintomas leves.

Casos chocam

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