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Hospital de Gaia começa na terça-feira a vacinar profissionais

Hospital de Gaia começa na terça-feira a vacinar profissionais

O Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho (CHVNGE) começa na terça-feira pelas 10:00 a vacinar os profissionais de saúde contra a covid-19, estando prevista a chegada de 1.195 vacinas, revelou hoje à Lusa fonte hospitalar.

A mesma fonte avançou que o CHVNGE começa a vacinar os profissionais de saúde que lidam com a covid-19 e que estão "na linha da frente da pandemia".

O CHVNG receberá 1.195 vacinas que serão administradas aos profissionais de saúde nas instalações da antiga urgência, onde a unidade hospitalar já providenciou seis boxes para a administração da vacina.

Dos 4.300 profissionais de saúde que trabalham no centro hospitalar, 97% responderam que queriam ser vacinados, o que perfaz um total de 3.700 profissionais.

O hospital aguarda a resposta de outros profissionais de saúde sobre a tomada da vacina, que será, numa fase inicial, administrada aos profissionais que lidam com a covid-19, têm idades mais avançadas ou patologias associadas.

A vacina contra a covid-19 já foi administrada em 4.828 profissionais de saúde, avançou hoje a ministra da Saúde, Marta Temido, com base no sistema de registo de vacinas.

"Números de ontem ao final do dia do sistema Vacinas indicavam que já 4.828 doses tinham sido administradas a profissionais nestes centros hospitalares: centro hospitalar universitário de São João, centro hospitalar universitário do Porto, centro hospitalar universitário de Coimbra, centro hospitalar universitário de Lisboa Central e centro hospitalar universitário Lisboa Norte", afirmou.

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Segundo a governante, a segunda entrega de doses da vacina da Pfizer-BioNTech vai permitir estender o processo de vacinação para "outros hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) - com exceção de alguns hospitais especializados que não receberam doentes covid e que não têm nesta fase critérios de elegibilidade - e também para os agrupamentos de centros de saúde".

Questionada sobre o registo de reações adversas à administração das vacinas nestes primeiros dias, Marta Temido indicou que foram notificadas "poucas reações" e somente "ligeiras", notando que "as reações são sempre monitorizadas, registadas e comunicadas" e que a toma de qualquer medicamento "não é isenta de risco", independentemente de se tratar ou não da vacina contra a covid-19.

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