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Centros de saúde sem consulta para interromper gravidez

Foto Artur Machado/global Imagens/arquivo

Pelo menos 33 dos 55 agrupamentos de centros de saúde do país não disponibilizam consulta prévia às mulheres que querem realizar uma interrupção voluntária da gravidez (IVG).

Em regra, encaminham-nas para hospitais, onde também podem ter acesso a estas consultas obrigatórias que antecedem o período de reflexão e o aborto, mas nem sempre da forma mais direta, o que pode implicar várias deslocações e aumentar o risco de ultrapassar o prazo legal das dez semanas. Em todo o país, há pelo menos dez hospitais públicos que não fazem IVG.