Contratos

Colégios desafiados a cumprirem regras do público

Colégios desafiados a cumprirem regras do público

É a primeira grande guerra deste Ministério da Educação. Em causa, os contratos de associação com os colégios privados.

O Governo não admite redundâncias na rede, ou seja, pagar turmas e propinas de alunos que, ao lado, têm lugar na escola pública; os colégios alertam para o risco de fechos e despedimento de milhares de professores. Esta terça-feira, em reunião com o Ministério da Educação, a Fenprof propõe uma medida para evitar as rescisões: se os docentes dos colégios cumprirem o horário que se faz no público, não haverá necessidade de despedir.

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