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Costa obstinado em não tocar no nome de Sócrates

Costa obstinado em não tocar no nome de Sócrates

Foi um António Costa obstinado em relação ao caso Sócrates, aquele que começou o dia a cumprir agenda em Melgaço, sensivelmente à hora a que os advogados do ex-primeiro-ministro teciam fortes críticas ao país e à Justiça.

De visita a uma Unidade de Cuidados Continuados que custou 1,5 milhões de euros, e que permanece fechada apesar de estar pronta a funcionar desde setembro de 2012, o candidato do PS resistiu, sem sequer tocar no nome, às investidas dos jornalistas para que comentasse a libertação do ex-primeiro-ministro e os seus possíveis efeitos, em termos de ruído, na campanha eleitoral.

"Ruído causa a inação deste Governo e o seu programa de destruição do Estado Social. Isso é que é uma enorme ameaça aos portugueses", respondeu.

No fim das declarações disse aos jornalistas: "Admiro a vossa persistência (em perguntar sobre Sócrates". E a uma repórter que lhe devolveu a "graça" (sobre não responder às perguntas", lançou o desafio: "Quer repetir logo às três da tarde?".