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Educação foi a mais atingida por sangria na Função Pública

Educação foi a mais atingida por sangria na Função Pública

O Estado perdeu 58 mil funcionários públicos entre 2011, ano da entrada da troika, e 2017.

Os ministérios da Educação e da Defesa e as autarquias foram os mais penalizados e respondem por dois terços da redução registada no Estado central, no regional e nos municípios. Pelo peso esmagador que tem (emprega 27% de toda a Função Pública), a Educação sofreu o maior corte: quase 19 mil pessoas. No pico, em 2014, tinha menos quase 27 mil. É também o que mais recupera, desde 2015.

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