Universidades

Famílias não entregam corpos doados à Medicina

Famílias não entregam corpos doados à Medicina

Manifestar em vida o desejo de doar o corpo para investigação não é sinónimo de que isso aconteça.

Há muitas famílias que, por falta de concordância ou por esquecimento na hora da morte, não o concretizam, o que faz com que o número de intenções de doação que as universidades de Medicina recebem não bata certo, depois, com a quantidade de cadáveres que anualmente chegam às faculdades. As instituições deparam-se com um problema: saber quando é que os dadores morrem, para poderem ir buscar os cadáveres e ficarem responsáveis por eles. Há quem defende que só uma alteração à lei pode resolver o problema.

Leia a nossa Edição Impressa ou tenha acesso a todo o conteúdo no seu computador, tablet ou smartphone assinando a versão digital aqui

ver mais vídeos