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Greves na saúde já somam 72 mil dias de ausências

Greves na saúde já somam 72 mil dias de ausências

Nos primeiros cinco meses do ano, jornadas diárias perdidas atingem o triplo do período homólogo. Conflitualidade no setor vai aquecer: há cinco paralisações agendadas para os próximos dias.

Entre janeiro e maio, as greves na saúde provocaram mais de 72 mil dias de ausência ao trabalho, quase o triplo do registado no período homólogo de 2018 (25 mil dias). O ano passado começou sereno, mas acabou por ser o pior ano de sempre em termos de contestação no setor, com mais de 181 mil dias de trabalho perdidos por greves. Este ano, o ritmo de ausências é elevado e os próximos dias prometem agitar ainda mais o Serviço Nacional de Saúde.

Há cinco greves agendadas entre amanhã e a próxima sexta-feira. A primeira abrange os trabalhadores da Saúde, nomeadamente assistentes operacionais, assistentes técnicos, técnicos de diagnóstico e terapêutica e técnicos superiores de saúde, que reivindicam melhores salários e alterações nas carreiras.