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Héli do INEM sem GPS previsto no contrato

Héli do INEM sem GPS previsto no contrato

O helicóptero ao serviço do INEM que se despenhou em Valongo e no qual morreram quatro tripulantes não possuía um sistema de seguimento do voo, como impõe o contrato firmado entre o Estado e a Babcock, no último verão.

A empresa multinacional britânica, que venceu o concurso de 38,7 milhões para prestar os serviços de meios aéreos de emergência, estava obrigada a ter nas suas quatro aeronaves um dispositivo que permitisse aos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) acompanhar em tempo real o seu voo. É isso que estabelece a cláusula 10.ª do contrato, na quarta regra de operação.

O JN sabe que a regra não estava a ser cumprida. Caso contrário, o CODU do Porto saberia com exatidão onde se tinha dado a tragédia com o Augusta A109S.