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Investigados ajustes diretos da Universidade do Minho a professores

Investigados ajustes diretos da Universidade do Minho a professores

Em causa a aquisição, sem concurso, de bens e serviços a empresas detidas por professores ou ex-docentes da instituição.

Uma fiscalização realizada pela Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) tece fortes críticas à gestão da Universidade do Minho (UMinho) e remete o caso para o Ministério Público. As conclusões já foram dadas a conhecer a Manuel Heitor, ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, e a António Cunha, reitor da UMinho, que, em declarações ao JN, refere que o relatório "é provisório" e rejeita as acusações.

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