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Médicos querem cirurgias a cancro nos serviços mínimos

Médicos querem cirurgias a cancro nos serviços mínimos

Especialistas preocupados com adiamentos das cirurgias oncológicas, mas dizem que os tempos de resposta garantidos são cumpridos. Greves na saúde adiam mais de 1600 intervenções por dia.

Ao contrário do que acontece com os tratamentos de quimioterapia e de radioterapia prestados aos doentes de cancro, as cirurgias oncológicas não integram os serviços mínimos que os profissionais de saúde têm de desempenhar nos dias de greve. Paulo Cortes, presidente da Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO), adiantou ao JN que colegas de cirurgia e diretores de serviço "de todo o país" consideram que esta situação "não faz sentido".

"Sabendo nós que a cirurgia oncológica para muitas pessoas é uma hipótese de tratamento e de cura se for feita em tempo adequado, achamos que deveriam fazer parte destes serviços mínimos", frisou.

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